Você tem ideia do que aconteceria se homens e mulheres gastassem mais de 75% do seu tempo na empresa usando suas melhores habilidades e engajados em suas tarefas preferidas, basicamente fazendo o que querem e têm capacidade de fazer bem? Levantamentos mostram que, num dia típico de trabalho, apenas 17% das pessoas nos Estados Unidos usam as capacidades nas quais são boas e apenas 21% dos dirigentes escolhem reforçar os pontos fortes. Dados de 2005 e 2006 mostram que 59% das empresas estão preocupadas em consertar as falhas e 41% em fortalecer os pontos fortes.
Para saber mais, busque na Fonte: Jornal Eletrônico Gestão Educacional, nº124, 11/08/09
COMENTÁRIOS
1
Lucas Augusto Monteiro de Castro - PirangaMG
É claro que a diretora que toma uma atitude deste nível deve se reciclar. Um dos problemas da gestão escolar é considerar a educação de forma linear, como se houvesse um processo de ação e reação sucessivo. Não é assim que a coisa funciona! O ato de ensinar e aprender é quântico e energético, onde as ações e palavras assumem infinitas probabilidades de compreensão. Vamos lembrar o mestre Paulo Freire que nos mostra: não sou eu que ensino, é você que aprende! NAMASTÊ !!
19/9/2009 22:59:13
2
rivania silveira - fortaleza
eu gostaria de saber se uma diretora de escola pode chamar atenção dos professores em sala de aula na fente de seus alunos. falando principalmente de incompetencia sobre moral com os cujos.
28/8/2009 08:10:30